A estudante de psicologia Gláucia Mercedes de Camargo Machado, que foi morta pelo companheiro Marcelo Oliveira Arantes em Angatuba (SP), havia comentado com os familiares que os dois já estavam praticamente separados. Segundo a prima da vítima, Andressa Regina Meira, ela já tinha até dado um prazo para que o homem saísse de casa.
Marcelo, que já trabalhou como PM por 13 anos e foi demitido em 2014 , se entregou à polícia no domingo (27) e confessou ter matado Glaucia após a festa de noivado da irmã dela. Ele alegou que brigou com a vítima por ciúme. O corpo da vítima foi velado na tarde de domingo e sepultado às 19h em Angatuba. Gláucia estava no último ano da faculdade e era conhecida na cidade por ter sido rainha de bateria da escola de samba Liberdade. Em 2014, ela saiu a frente dos músicos pela 15ª vez.
“Ela comentou com os pais que estava praticamente separada do Marcelo e que eles brigavam muito por causa de ciúme. Tanto que ela chegou a falar que tinha dado um prazo para que ele saísse da vida dela e da casa. Só não sabemos se esse prazo era até o dia 15 de setembro ou eram 15 dias”, conta Andressa.
Ainda segundo Andressa, o crime chocou todos da família, já que o companheiro da vítima não aparentava ser alguém agressivo. “Todo mundo está em choque. Ele aparentava ser uma pessoa do bem, sempre ia nas orações na igreja. Se mostrava ser uma pessoa de Deus. Todos estão chocados e inconformados com essa tragédia bem depois da festa de noivado da irmã da Gláucia. A cidade toda ficou chocada. Ele tinha dupla personalidade, porque conseguiu enganar todo mundo”, diz.

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